Poesia da Fogueira
Quinta-feira 17-03-2016
As chamas são ardentes
O caminho dói os dentes...
Você sabe quem é amigo? Não
Você não conhece quem está contigo
A fogueira carente
É quase janela esperando o batente
É a barreira final
Onde está a morte fatal
Morte? Que morte?
Eu nunca vi nada ...
Minha pessoa estava inflada.
Você, você teve sorte
Pois a vida esteve armada
Mas deixou de ser forte....
Forte deixando a cor
Mas adicionando a dor
Dor... Dor de sentir
Sem servir à fogueira.
Armada como os sóis
Calma, só estou sozinho
Sem vizinho, e com as chamadas da fogueira
Fogueira? Que fogueira?
Ah, esta em que estou ardendo
Está doendo a pressão.
Mas é só uma compressão... Da solidão
Pedro Cipriano
As chamas são ardentes
O caminho dói os dentes...
Você sabe quem é amigo? Não
Você não conhece quem está contigo
A fogueira carente
É quase janela esperando o batente
É a barreira final
Onde está a morte fatal
Morte? Que morte?
Eu nunca vi nada ...
Minha pessoa estava inflada.
Você, você teve sorte
Pois a vida esteve armada
Mas deixou de ser forte....
Forte deixando a cor
Mas adicionando a dor
Dor... Dor de sentir
Sem servir à fogueira.
Armada como os sóis
Calma, só estou sozinho
Sem vizinho, e com as chamadas da fogueira
Fogueira? Que fogueira?
Ah, esta em que estou ardendo
Está doendo a pressão.
Mas é só uma compressão... Da solidão
Pedro Cipriano
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