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Mostrando postagens de agosto, 2017

Poesia

Ó Senhor do Engenho, Perdoa-me por aquilo que fiz! Eu sei que não me empenho Mas livra minha pele do castigo! Eu sinto falta de quando brincava, Brincava com a mente Sã, A gente falava em meio a fogueira Lembra disto, Sāo do Engenho? Eu sinto sua falta Apesar de estar ao seu lado Sei que tu não mais voltará Eu sinto falta de quando brincava, Brincava com a mente Sã, A gente falava em meio a fogueira Lembra disto, Sāo do Engenho? Eu sinto sua falta Apesar de estar ao seu lado Sei que tu não mais voltará a fogueira Lembra disto, Sāo do Engenho? Eu sinto sua falta Apesar de estar ao seu lado A maré é alta, o tempo é baixo, A tontura é torta, Ó, Senhor do Engenho, De que me assalta? Eu preciso que ouça, Que aliás de sua hipocrisia Olhe só, quem sofre a agonia, O culpado sou eu? Saltos lhe doem os pés, Borboletas voam, mas são vorazes E se voam, é que têm asa. Use menos seu chicote Esqueça sua ambição Antes que ouça a morte, pois ela está ali... ...