Poesia

Ó Senhor do Engenho,
Perdoa-me por aquilo que fiz!
Eu sei que não me empenho
Mas livra minha pele do castigo!

Eu sinto falta de quando brincava,
Brincava com a mente Sã,
A gente falava em meio a fogueira
Lembra disto, Sāo do Engenho?

Eu sinto sua falta
Apesar de estar ao seu lado
Sei que tu não mais voltará

Eu sinto falta de quando brincava,
Brincava com a mente Sã,
A gente falava em meio a fogueira
Lembra disto, Sāo do Engenho?

Eu sinto sua falta
Apesar de estar ao seu lado
Sei que tu não mais voltará a fogueira
Lembra disto, Sāo do Engenho?

Eu sinto sua falta
Apesar de estar ao seu lado

A maré é alta, o tempo é baixo,
A tontura é torta,
Ó, Senhor do Engenho,
De que me assalta?

Eu preciso que ouça,
Que aliás de sua hipocrisia
Olhe só, quem sofre a agonia,
O culpado sou eu?

Saltos lhe doem os pés,
Borboletas voam, mas são vorazes
E se voam, é que têm asa.


Use menos seu chicote
Esqueça sua ambição
Antes que ouça a morte, pois ela está ali...

By: Pedro

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