Aquela velha dor nas costas, aquele singelo teatrinho de "Argh mãe, tô com dor!' só pra não ir à escola?
A boa notícia é que ele só morre se você deixar; a má notícia é que... O tempo passa, a vida ensina que se você faltar naquele dia por uma preguiça a mais... Você perderá parte do futuro...
Futuro.... Futuro é cego, tá certo, isso ninguém nega. Mas o que convém dizer? Quando se é criança, na velha infância os mares são verdes, o chão é limpo, a poeira não cega, o aroma não cheira, o número 3 é par, o chuveiro tem água própria, a TV só deve ter desenhos, a morte é divertida e o choro é solução.
Quando em juventude, os clássicos são chatos, o intelecto é amplo, o falso é incorreto,  o hipócrita é incerto, o sono é procrastinado, o patrocínio é dos pais, a carência é pela paixão, o viver é monótono... A consciência é capaz de produzir alvos imaginários na juventude, por mais que as pessoas não assumam, a vida passa e o tempo cresce rápido, as fases são vívidas como gel, que gruda os cabelos rebeldes...
Mas o visual não é individualista, existe também o estagnado, os insights de uma nova fase, as clarezas da busca da vida adulta.....

Living and learning...
(....)

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