O amor é uma coisa estranha... Ele chega, permanece e se esvai... Há quem diga que só nasce no coração do trouxa, mas eu tenho uma teoria diferente...

O amor é surreal, um toque psíquico que transborda nossas piores teorias de universo utópico, ele desvia o foco para apenas uma área da vida, caracterizando toda atenção em apenas um foco: julgado como intensidade.

Em muitos contextos, já ouvi falarem que o amor é eterno, mas hoje enfatizo aquela velha frase de que "O para sempre, sempre acaba", não por desleixo, mas por mudança de foco....

Há quem diga que o amor é sempre vivido a dois,e há quem prega vários tipos de amor... Mas eu aposto minhas fichas em outro ponto de vista: existe concatenação, junção de ideais que precisam obter sucesso para seguir em frente...

A vida exige sacrifícios, explosões, crises existenciais e principalmente insistência. Mas também é importante compreender que ciclos encerram e novos se abrem....


P.S: Esse texto não é sobre amor a dois....


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